Dry Martini


A física explica por que, para preparar um bom coquetel, 
você deve ignorar o que diz Jame Bond.


“Batido, não mexido.” É assim que o agente 007 pede seu martini 
no livro Diamantes São Eternos. Os manuais de coquetelaria 
recomendam justamente o oposto, com fundamento científico. 
Tudo o que se quer de um dry martini é que ele seja 
muito frio – mas nunca aguado.
 “Se você bate o gelo, ele se quebra.
 Os pedaços menores vão derreter mais rápido”
Dica: vip.abril.com
Receita: abril.com.

– 3 cubos de gelo
– 90 ml de gim dry (seco)
– 3 gotas de vermute dry 
– 1 casca de limão
– 1 azeitona verde (opcional)
Misture o gelo, o gim e o vermute em um copo. Mexa vigorasamente e passe a bebida por um coador, colocando em uma taça dry martini gelada ( basta ter deixado a taça no congelador ). Torça a casca do limão sobre o drink para acrescentar o sumo. Coloque a azeitona e sirva.

– Perfect martini: use 10 ml de vermute seco e 10 ml de vermute tinto.
 Guarneça com casca de limão-siciliano ou cereja ao maraschino

– Dirty martini: acrescente uma colher da água do vidro da azeitona

– Vesper: use três partes de gim, uma parte de vodca e meia medida de Kina Lillet ou Cocchi Aperitivo Americano. Guarneça com casca de limão-siciliano

–  Vodka martini: substitua o gim por vodca

–  Gibson: use 60 ml de gim, 10 ml de vermute seco e guarneça com uma cebolinha em conserva

– Sweet martini: substitua o vermute seco por vermute tinto. Decore com uma cereja ao maraschino

Tim tim!!

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